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	<title>Laís Cibele Sousa Melo &#8211; LAS</title>
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	<title>Laís Cibele Sousa Melo &#8211; LAS</title>
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		<title>TEP &#8211; Como suspeitar e tratar na emergência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laís Cibele Sousa Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Oct 2021 13:17:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[aulas]]></category>
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					<description><![CDATA[Laís Cibele Sousa MeloMedicina – UFSResidência em Clínica Médica e Pneumologia pela Santa Casa da Bahia &#8211; Hospital Santa IzabelMédica da Unidade de Emergência do Hospital Primavera]]></description>
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<p>Laís Cibele Sousa Melo<br>Medicina – UFS<br>Residência em Clínica Médica e Pneumologia pela Santa Casa da Bahia &#8211; Hospital Santa Izabel<br>Médica da Unidade de Emergência do Hospital Primavera</p>



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<div class="ast-oembed-container"><iframe loading="lazy" title="TEP - COMO SUSPEITAR E TRATAR NA EMERGÊNCIA" width="1200" height="675" src="https://www.youtube.com/embed/Rnn4Yeeg9GI?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></div>
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		<title>Setembro verde &#8211; Mês de prevenção do câncer de intestino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laís Cibele Sousa Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 14:36:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[coloproctologista]]></category>
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					<description><![CDATA[O câncer de intestino abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto (final do intestino, imediatamente antes do ânus) e ânus. Também é conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal. É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://www.las.med.br/setembro-verde-mes-de-prevencao-do-cancer-de-intestino/"> <span class="screen-reader-text">Setembro verde &#8211; Mês de prevenção do câncer de intestino</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O câncer de intestino abrange os tumores que se iniciam na parte do intestino grosso chamada cólon e no reto (final do intestino, imediatamente antes do ânus) e ânus. Também é conhecido como câncer de cólon e reto ou colorretal.</p>



<p>É tratável e, na maioria dos casos, curável, ao ser detectado precocemente, quando ainda não se espalhou para outros órgãos. Grande parte desses tumores se inicia a partir de pólipos, lesões benignas que podem crescer na parede interna do intestino grosso.</p>



<p>Os principais fatores relacionados ao maior risco de desenvolver câncer do intestino são: idade igual ou acima de 50 anos, excesso de peso corporal e alimentação não saudável (ou seja, pobre em frutas, vegetais e outros alimentos que contenham fibras). O consumo de carnes processadas (salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon,&nbsp;<em>blanquet</em>&nbsp;de peru, peito de peru e salame) e a ingestão excessiva de carne vermelha (acima de 500 gramas de carne cozida por semana) também aumentam o risco para este tipo de câncer.</p>



<p>Outros fatores relacionados à maior chance de desenvolvimento da doença são história familiar de câncer de intestino, história pessoal de câncer de intestino, ovário, útero ou mama, além de tabagismo e consumo de bebidas alcoólicas.</p>



<p>Doenças inflamatórias do intestino, como retocolite ulcerativa crônica e doença de Crohn, também aumentam o risco de câncer do intestino, bem como doenças hereditárias, como polipose adenomatosa familiar (FAP) e câncer colorretal hereditário sem polipose (HNPCC). Pacientes com essas doenças devem ter acompanhamento individualizado.</p>



<p>A exposição ocupacional à radiação ionizante, como aos raios X e gama, pode aumentar o risco para câncer de cólon. Assim, profissionais do ramo da radiologia (industrial e médica) devem estar mais atentos.</p>



<p>A detecção precoce do câncer é uma estratégia utilizada para encontrar um tumor numa fase inicial e possibilitar maior chance de tratamento bem sucedido.</p>



<p>&nbsp;A detecção precoce pode ser feita por meio da investigação com exames clínicos, laboratoriais, endoscópicos ou radiológicos, de pessoas com sinais e sintomas sugestivos da doença (diagnóstico precoce) ou de pessoas sem sinais ou sintomas (rastreamento), mas pertencentes a grupos com maior chance de ter a doença.</p>



<p>O rastreamento dos tumores de cólon e reto (colorretal) pode ser realizado através de dois exames principais: pesquisa de sangue oculto nas fezes e endoscopias (colonoscopia ou retossigmoidoscopias).&nbsp;</p>



<p>Os principais sinais e sintomas sugestivos deste câncer são:</p>



<p>Sangramento nas fezes</p>



<p>Massa (tumoração) abdominal</p>



<p>Dor abdominal</p>



<p>Perda de peso e anemia</p>



<p>Mudança de hábito intestinal</p>



<p>Na maior parte das vezes esses sintomas não são causados por câncer, mas é importante que eles sejam investigados por um médico, principalmente se não melhorarem em alguns dias.<br>&nbsp;<br>Além do diagnóstico precoce, a Organização Mundial da Saúde preconiza que os países com condições de garantir a confirmação diagnóstica, referência e tratamento, realizem o rastreamento do câncer de cólon e reto em pessoas acima de 50 anos, por meio do exame de sangue oculto de fezes. Caso o teste seja positivo (constate o sangue oculto), a pessoa deverá fazer uma colonoscopia ou retossigmoidoscopia, que permitirá ao médico visualizar a parte interna do intestino para ver se há câncer ou pólipos que possam vir a se transformar em câncer. Ao se retirar os pólipos, se evita a própria ocorrência do câncer.</p>



<p>FONTE: https://www.inca.gov.br/tipos-de-cancer/cancer-de-intestino</p>
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		<title>Primeira consulta com o coloproctologista</title>
		<link>https://www.las.med.br/primeira-consulta-com-o-coloproctologista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Laís Cibele Sousa Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Aug 2021 13:44:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[coloproctologista]]></category>
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					<description><![CDATA[Sua primeira consulta com seu coloproctologista pode gerar grande quadro de ansiedade, desconforto ou ser desesperadora.&#160; As seguintes sugestões podem ajudar que essa consulta se torne confortável, agradável e eficiente. Você pode se alimentar antes de sua consulta. Isso não vai interferir na anamnese e no exame físico. Traga a lista de seus medicamentos junto &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://www.las.med.br/primeira-consulta-com-o-coloproctologista/"> <span class="screen-reader-text">Primeira consulta com o coloproctologista</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Sua primeira consulta com seu coloproctologista pode gerar grande quadro de ansiedade, desconforto ou ser desesperadora.&nbsp;</p>



<p>As seguintes sugestões podem ajudar que essa consulta se torne confortável, agradável e eficiente.</p>



<p>Você pode se alimentar antes de sua consulta. Isso não vai interferir na anamnese e no exame físico. Traga a lista de seus medicamentos junto com a dosagem e a frequência como são tomados. É importante informar ao seu médico se você estiver tomando anticoagulantes, aspirina (AAS), varfarina (Marevan), clopidrogel (Plavix) ou qualquer medicamento que possa causar sangramento. Traga seus últimos registros médicos de seus atendimentos anteriores ou de preferência relacionados aos seus sintomas clínicos como por exemplos de hemorroidas, fístulas anais, cisto pilonidal, dor anal, coceira em região anal, sangramento ou saída de secreção pelo anus, perda de fezes, dor abdominal, diarréia e ressecamento das fezes. Se você já fez uma colonoscopia no passado, traga esse exame para a consulta. Se você já fez alguma cirurgia intestinal, por favor, traga o relatório médico cirúrgico e a patologia.</p>



<p>Na primeira consulta que você conhecer seu médico. Seu histórico será revisado e discutido. Após isso, você poderá então ser examinado.</p>



<p>O coloproctologista vai precisar examinar seu ânus e reto. Ele pode precisar usar um anuscópio (pequeno tubo de plástico) ou sigmoidoscópio (tubo iluminado) para verificar outras doenças que podem estar causando os seus sintomas.</p>



<p>Inicialmente, não é necessário realizar fleet enema (lavagem retal) antes da consulta para melhor visualização de seu reto e anus. Caso necessite seu médico irá te comunicar com antecedência.&nbsp; O período menstrual nas mulheres não atrapalha no exame físico.&nbsp;</p>



<p>É uma boa ideia trazer um familiar ou amigo para a sua consulta, principalmente para pacientes idosos. Eles podem te ajudar com as orientações e com os cuidados, quando você chegar em casa. Eles podem até vir com perguntas nas quais você e seu médico não pensaram.&nbsp;</p>



<p>Lembre-se de seguir as instruções médicas fornecidas durante a consulta médica conforme o programado.&nbsp;</p>



<p>Estás instruções por escrito não substituem uma discussão com seu médico. Ele pode te dar outras informações. Sinta-se à vontade para fazer perguntas ou ligue se não tiver certeza sobre o seu diagnóstico ou plano de tratamento.</p>
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		<title>Tuberculose Latente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laís Cibele Sousa Melo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jun 2021 14:17:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[pneumologista]]></category>
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					<description><![CDATA[Quando uma pessoa saudável é exposta ao bacilo da Tuberculose (TB), tem 30% de chance de infectar-se, dependendo do grau de exposição, da infectividade do caso índice e de fatores imunológicos individuais. As pessoas infectadas, em geral, permanecem saudáveis por muitos anos, com imunidade parcial ao bacilo. Essa condição é conhecida como infecção latente pelo &#8230;<p class="read-more"> <a class="" href="https://www.las.med.br/tuberculose-latente/"> <span class="screen-reader-text">Tuberculose Latente</span> Leia mais &#187;</a></p>]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Quando uma pessoa saudável é exposta ao bacilo da Tuberculose (TB), tem 30% de chance de infectar-se, dependendo do grau de exposição, da infectividade do caso índice e de fatores imunológicos individuais.</p>



<p>As pessoas infectadas, em geral, permanecem saudáveis por muitos anos, com imunidade parcial ao bacilo. Essa condição é conhecida como infecção latente pelo <em>Mycobacterium tuberculosis</em> (ILTB).</p>



<p>A OMS estima que um quarto da população mundial tenha ILTB. Esses indivíduos não apresentam nenhum sintoma e não transmitem a doença, mas são reconhecidos por testes (Teste tuberculínico ou PPD e IGRA) que detectam a imunidade contra o bacilo. Apesar de grande parte da população mundial estar infectada com <em>M. tuberculosis</em>, não há indicação de investigação indiscriminada de ILTB na população em geral.</p>



<p>A investigação é indicada somente em populações que potencialmente se beneficiarão do tratamento preconizado para ILTB. O tratamento da ILTB dependerá do resultado do PPD ou IGRA, da idade, da probabilidade de ILTB e do risco de adoecimento.</p>



<p>Ele reduz o risco de adoecimento por TB ativa, podendo ser utilizada a Isonizada por 6 a 9 meses. Recentemente, vem sendo preconizado o uso da Rifampicina por 4 meses, principalmente naqueles pacientes com mais de 50 anos de idade, hepatopatas e intolerantes da Isoniazida.</p>



<p><em>Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Departamento de Vigilância das Doenças Transmissíveis. – Brasília: Ministério da Saúde, 2018</em></p>
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